Eu não acredito que vocês pagam pra jogar e ainda por cima on-line?? :s #pelamordedeusAquela foto que o Rafael postou é do Xzibit do Pimp My Ride da MTV, na série ele tuna carros, então tem algo haver com preconceito com os macs e que não vão melhorar o carro do branquelo lá..
A comunidade linux é muito incrível, tudo funciona legal o Google é nosso amigo, ele vai te ajudar e tal, mas conhecimento que é bom ninguém quer compartilhar ajudando alguém. É tipo da coisa, se fosse usuário Windows faria com maior prazer nem que fosse pra ganhar um cafézinho, lanchinho.. :p
O ruim de "Hannah Montana: The Movie" é que parece que ela vai ser desmascarada (desperucada), meio sem lógica, visto que estão começando a metade da terceira temporada. Mas eu acho que vou assistir nas férias, aproveito e já estreio o novo cinema lá no Shopping Caruaru.
Simples, eficiente e não te deixa ter controle algum sobre ele praticamente. Get it?
É esse cara que o Daniel disse mesmo. A MTV brasileira tem uma versão também, com o Jimmy do Matanza como apresentador. É esse programa que o Huck copiou pra criar o Lata Velha. Ele só adicionou a "tortura" que os donos dos carros precisam passar pra reaver o veículo.
Tô esperando muito Terminator e Harry Potter. Transformers foi bom o primeiro, a Megan Fox sempre é boa, então vou ver o segundo sim.
3D Realms se foi?? Se bem que a Midway, criadora do Mortal Kombat também pediu falência... Mas um dia espero que o DN Fornever saia do forno! Se bem que deve sair beeem passado, pelo tempo que ele ficou lá!
"Quem não assistiu o Tigre e o Dragão hoje?" \o
Quanto ao DBE:
No anime/manga a Chichi é lutadora sim! Ela participa do Tenkaichi Budokai também, e contra o Goku!
Ah, e lembre-se que no começo da saga Z, o Goku não era "fortão" também: http://img518.imageshack.us/img518/7752/tgoku1qg2.jpg
Esse filme é pra ser situado mais ou menos no fim da saga clássica e começo da saga Z. Mas nas palvras do criador de DB/DBZ, Akira Toriyama:
"Como o criador, eu fiquei meio “Heim?” depois de ver cenas e os character designs. Mas o diretor, os atores, todo mundo que trabalhou nesse filme são pessoas de ultra alto-calibre. A melhor maneira para eu e os fãs apreciarmos o filme será considerando-o como um NOVO DRAGONBALL que acontece numa dimensão paralela. Talvez, isso se torne um grande filme! Vamos dar uma olhada quando sair!"
Bem, eu não fui ao cinema esperando ver a "versão carne-e-osso do anime", mas sim um "novo Dragon Ball" mesmo, então achei um filme legal. É um clássico? É "animal"? É "fodapracarvalho?" Claro que não. Mas não chamaria de filme ruim de jeito nenhum. I like it!
Primeiro parabéns pelo trabalho de vocês. Kaio qual o problema que está tendo com o Skype no Ubuntu, com o audio? Entre em contato e me passe seu problema que vou tentar ajudar. tomas.waldow@gmail.com
Olá a todos! Meu nome é Alexandre de Oliveira, tenho vinte e cinco anos e moro na cidade de Sete Lagoas que fica no Estado de Minas Gerais. É a primeira vez que eu comento neste brilhantíssimo podcast chamado Papo Virtua e gostaria de deixar algumas impressões sobre o Ubuntu 9.04 codinome Jaunty Jackalope lançado no dia 23 de abril. Deveria tê-lo feito no episódio 3x10: o melhor de dois mundos. Mas não houve tempo disponível para ter feito tal coisa, então desculpem-me o descuido.
Em primeiro lugar, analisando a versão do kernel utilizada no sistema, e que consiste não tão-somente nos gerenciadores de dispositivos de hardware, mas no motor de todo o sistema, gerenciando memória e acessando recursos e periféricos. Os desenvolvedores de distribuições GNU/Linux integram os aplicativos e o kernel, formando um pacote mais completo, que contém, como no caso do Ubuntu, que é derivado do Debian, mais de vinte e cinco mil programas prontos para instalar e usar. Assim, o sucesso do Ubuntu vem especialmente de uma integração perspicaz do Debian, unida a uma pré-configuração muito bem feita e dotada de um repositório de aplicativos enorme, de um visual convidativo, de um instalador simples de usar, bem como de uma série de automatismos e de algumas ferramentas de configuração de interface simples de compreender e usar. No caso do kernel, a equipe de desenvolvimento do Ubuntu foi conservadora e preferiu ficar com a versão 2.6.28, já que a adoção da versão 2.6.29 seria um tanto quanto corajosa, dada a proximidade do seu lançamento com a data determinada para a liberação da versão. No entanto, o kernel utilizado no Jaunty Jackalope não é o 2.6.28 originalmente disponibilizado por Linus Torvalds (o assim chamado Vanilla Kernel): há nele uma série de alterações, provenientes das necessidades de integração do Ubuntu. Mesmo assim, caso a pessoa sinta falta de algum driver importante, indispensável para o funcionamento de alguma peça de hardware, é possível instalar uma versão mais atual do kernel por meio de um repositório externo. Mas deve-se atentar para o fato que o uso de uma versão mais nova do kernel introduz um componente de risco considerável, de modo que não deve-se descuidar de ferramentas de backup neste caso. O kernel 2.6.28 por si só já traz algumas novidades bacanas, entre elas o suporte ao sistema de arquivos ext4, que deve substituir o atual ext3 a curto prazo. O ext4 já aparece, inclusive, disponível como opção de sistema de arquivos durante o particionamento dos dispositivos de armazenamento durante a instalação do novo Ubuntu, entrementes não como padrão, como o projeto pretendia anteriormente. Isso porque, durante a fase de testes dessa versão do Ubuntu, houve uma série de discussões sobre a questão de qual é o momento certo para o sistema de arquivos armazenar efetivamente os dados em cache no disco rígido. Isso aconteceu, na prática, porque dependendo da configuração desse parâmetro poderia haver - como chegou efetivamente a ocorrer em alguns casos - perda de dados. Trata-se de uma questão envolvendo duas variáveis que raramente andam lado a lado: desempenho e segurança. Nesse meio tempo, entrementes, os desenvolvedores do Ubuntu já integraram uma modificação no kernel da distribuição, que configura o ext4 no modo seguro. No kernel original, essa modificação só estará disponível a partir da versão 2.6.30. Entre as principais vantagens do ext4 estão o desempenho, a quantidade de arquivos com os quais o sistema de arquivos pode lidar, além, claro, da retrocompatibilidade com o ext3 e até com o ext2. Além disso, um arquivo no ext4 pode ocupar todo o espaço do sistema de arquivos, partições e volume podem crescer até 1 EB - o que corresponde a um milhão de TB! Quem tiver instalado o Ubuntu 9.04 com o ext3 como sistema de arquivos e quiser migrar para o ext4, deve excepcionalmente reinstalar o gerenciador de inicialização GRUB usando o comando grub-install, para que ele reconheça o novo sistema de arquivos corretamente. Nunca é demais relembrar que versões do kernel anteriores à 2.6.28 serão incapazes de lidar com partições formatadas como ext4. Os drivers de áudio integrados ao novo kernel lidam com jack sensing, ou seja, reconhecem automaticamente quando microfones, fones de ouvido ou caixas de som são conectados ao sistema. Houve também melhorias significativas no modo como o Linux trabalha com DVB, webcams e diversos outros tipos de periféricos. Algumas das modificações contidas no kernel 2.6.28, lançado no final de dezembro de 2008, passarão totalmente despercebidas por uma pessoa que usar o Ubuntu 9.04. Como exemplo, posso citar um novo gerenciador de memória desenvolvido pela Intel, que deverá servir de base para uma arquitetura renovada para acesso aos recursos de vídeo do sistema. Um recurso para aceleração do procedimento de inicialização do sistema, usada pelo desenvolvedor Arjan van de Ven para reduzir o tempo de boot de uma outra distribuição GNU/Linux para apenas cinco segundos, também está disponível no kernel do Ubuntu - em virtude de problemas de estabilidade e compatibilidade, por enquanto esse recurso vem desativado por padrão. Mesmo que as maiores novidades do sistema estejam onde as pessoas não possam ver, as novas versões dos aplicativos da distribuição representam no fim das contas aquilo que é perceptível como evolução para todos. No caso do Ubuntu 9.04, muitos dos novos programas são diretamente ligados ao GNOME: a distribuição traz o ambiente de trabalho na versão 2.26, na qual existem algumas modificações em relação a versões anteriores. Entre elas está a adoção do Brasero como programa oficial para gravar CDs e DVDs do Ubuntu - o programa normatiza o nível de volume das trilhas de áudio de um CD antes de gravar, oferece suporte a gravação em modo multisessão e a verificação de integridade de dados. Até então, o projeto GNOME suportava oficialmente apenas uma extensão para o gerenciador de arquivos Nautilus para finalidades de gravação de CD/DVD, o que não se compara com a concorrência do K3b, do projeto KDE, hodiernamente considerado o principal programa para gravação de CD/DVD do Linux. Como aplicativos padrão do ambiente de trabalho do Ubuntu podemos contar o conjunto de programas para escritório OpenOffice, no Ubuntu 9.04 disponível na versão 3.0.1. O OpenOffice 3 foi lançado há um tempo considerável, muito tarde, entretanto, para ser admitido na versão 8.10 do Ubuntu. Essa versão é capaz de importar arquivos em formato PDF, que podem ser editados, ainda que de forma limitada. Os desenvolvedores do OpenOffice dão muita ênfase à possibilidade de aumentar os recursos da nova versão do software por meio de extensões, semelhantes aos add-ons do web browser Mozilla Firefox, que podem ser baixados e agregados ao OpenOffice, enriquecendo o programa com novos recursos. Graças ao suporte melhorado ao formato OOXML - o formato XML criado pela Microsoft para os arquivos do Microsoft Office -, ficou simples importar esse tipo de documento no OpenOffice, que ainda dificulta durante a importação de documentos muito complexos armazenados nesse formato. A nova versão do Ubuntu lida melhor com monitores adicionais. Isso deve alegrar as pessoas que precisam trabalhar com mais de um monitor, o que tornou-se um padrão em parques de editoração gráfica - e onde o Mac OS X ainda reina, absoluto. Uma novidade é o Mantenedor do Sistema, um aplicativo que tem por função descartar arquivos e pacotes que não estejam mais sendo utilizados pelo sistema. Isso faz sentido, já que, via de regra, quando instala-se um pacote com diversas dependências, se esse pacote for desinstalado posteriormente, as dependências permanecem instaladas no sistema desnecessariamente. Chegando a conclusão que o Ubuntu 9.04 não traz nenhuma mudança extrema em relação ao Ubuntu 8.10, mas tem muitas melhorias. Ao lado das alterações de interface gráfica, possivelmente o suporte ao sistema de arquivos ext4 deverá agradar a muitas pessoas. No que refere-se ao suporte a hardware do X.org 1.6, entrementes, não pode-se falar em evolução: no melhor dos casos, a pessoa pode não ter qualquer problema (geralmente se usar placa de vídeo da Intel), mas caso use placas de vídeo mais “parrudas”, pode ser que a aceleração 3D, que funcionava no Ubuntu 8.10, simplesmente pare de funcionar. Por conta disto, antes de uma atualização para a nova versão, vale a pena verificar a situação do suporte ao hardware da placa de vídeo - de repente, é possível usar um driver mais antigo e que funcione. Como pontos fortes do Jaunty Jackalope pode-se citar a redução do tempo de boot e a melhoria na aparência do sistema. Os avanços na instalação de programas e extensões também é digno de ser mencionado, muito embora esses avanços ainda tenham ficado a meio caminho da perfeição - que certamente não está longe de atingir.
Na faculdade vi um Meliante com um notebook e com um suposto programa instalado "muuuito louco", quando você minimizava uma janela saia efeito de fogo, quando maximizava saia efeito de água, quando pressionava um botão e arrastava fazia outro efeito, e assim por diante. Perguntei a ele que programa era esse, afinal, quando chegasse em casa ia baixar e instalar no meu XP, claro. Resolvi perguntar a ele, ele me disse: É o Ubuntu. Puta que pariu!!!! Que louco!!!! Baixei e vou testar o mais rápido possível pois me surpreendi com esse magnífico sistema operacional que nossos irmãos africanos fizeram com tanto carinho pra gente. Dragon ball é um lixo e ponto.
9 comentários:
Eu não acredito que vocês pagam pra jogar e ainda por cima on-line?? :s #pelamordedeusAquela foto que o Rafael postou é do Xzibit do
Pimp My Ride da MTV, na série ele tuna carros, então tem algo haver com preconceito com os macs e que não vão melhorar o carro do branquelo lá..
A comunidade linux é muito incrível, tudo funciona legal o Google é nosso amigo, ele vai te ajudar e tal, mas conhecimento que é bom ninguém quer compartilhar ajudando alguém. É tipo da coisa, se fosse usuário Windows faria com maior prazer nem que fosse pra ganhar um cafézinho, lanchinho.. :p
Kaio, qual manga é pra chupar:
rosa ou
espada?
O ruim de "Hannah Montana: The Movie" é que parece que ela vai ser desmascarada (desperucada), meio sem lógica, visto que estão começando a metade da terceira temporada. Mas eu acho que vou assistir nas férias, aproveito e já estreio o novo cinema lá no Shopping Caruaru.
Pra quem não entendeu a piada do Mac, mais duas:
http://www.contrib.andrew.cmu.edu/~mbaldiss/MacPC.jpg
http://www.funaha.com/images/mac-vs-pc.jpg
Simples, eficiente e não te deixa ter controle algum sobre ele praticamente. Get it?
É esse cara que o Daniel disse mesmo. A MTV brasileira tem uma versão também, com o Jimmy do Matanza como apresentador. É esse programa que o Huck copiou pra criar o Lata Velha. Ele só adicionou a "tortura" que os donos dos carros precisam passar pra reaver o veículo.
Tô esperando muito Terminator e Harry Potter. Transformers foi bom o primeiro, a Megan Fox sempre é boa, então vou ver o segundo sim.
3D Realms se foi?? Se bem que a Midway, criadora do Mortal Kombat também pediu falência... Mas um dia espero que o DN Fornever saia do forno! Se bem que deve sair beeem passado, pelo tempo que ele ficou lá!
"Quem não assistiu o Tigre e o Dragão hoje?" \o
Quanto ao DBE:
No anime/manga a Chichi é lutadora sim! Ela participa do Tenkaichi Budokai também, e contra o Goku!
Ah, e lembre-se que no começo da saga Z, o Goku não era "fortão" também: http://img518.imageshack.us/img518/7752/tgoku1qg2.jpg
Esse filme é pra ser situado mais ou menos no fim da saga clássica e começo da saga Z. Mas nas palvras do criador de DB/DBZ, Akira Toriyama:
"Como o criador, eu fiquei meio “Heim?” depois de ver cenas e os character designs. Mas o diretor, os atores, todo mundo que trabalhou nesse filme são pessoas de ultra alto-calibre. A melhor maneira para eu e os fãs apreciarmos o filme será considerando-o como um NOVO DRAGONBALL que acontece numa dimensão paralela. Talvez, isso se torne um grande filme! Vamos dar uma olhada quando sair!"
Bem, eu não fui ao cinema esperando ver a "versão carne-e-osso do anime", mas sim um "novo Dragon Ball" mesmo, então achei um filme legal. É um clássico? É "animal"? É "fodapracarvalho?" Claro que não. Mas não chamaria de filme ruim de jeito nenhum. I like it!
Flw!
Primeiro parabéns pelo trabalho de vocês.
Kaio qual o problema que está tendo com o Skype no Ubuntu, com o audio?
Entre em contato e me passe seu problema que vou tentar ajudar.
tomas.waldow@gmail.com
Olá a todos! Meu nome é Alexandre de Oliveira, tenho vinte e cinco anos e moro na cidade de Sete Lagoas que fica no Estado de Minas Gerais. É a primeira vez que eu comento neste brilhantíssimo podcast chamado Papo Virtua e gostaria de deixar algumas impressões sobre o Ubuntu 9.04 codinome Jaunty Jackalope lançado no dia 23 de abril. Deveria tê-lo feito no episódio 3x10: o melhor de dois mundos. Mas não houve tempo disponível para ter feito tal coisa, então desculpem-me o descuido.
Em primeiro lugar, analisando a versão do kernel utilizada no sistema, e que consiste não tão-somente nos gerenciadores de dispositivos de hardware, mas no motor de todo o sistema, gerenciando memória e acessando recursos e periféricos. Os desenvolvedores de distribuições GNU/Linux integram os aplicativos e o kernel, formando um pacote mais completo, que contém, como no caso do Ubuntu, que é derivado do Debian, mais de vinte e cinco mil programas prontos para instalar e usar. Assim, o sucesso do Ubuntu vem especialmente de uma integração perspicaz do Debian, unida a uma pré-configuração muito bem feita e dotada de um repositório de aplicativos enorme, de um visual convidativo, de um instalador simples de usar, bem como de uma série de automatismos e de algumas ferramentas de configuração de interface simples de compreender e usar. No caso do kernel, a equipe de desenvolvimento do Ubuntu foi conservadora e preferiu ficar com a versão 2.6.28, já que a adoção da versão 2.6.29 seria um tanto quanto corajosa, dada a proximidade do seu lançamento com a data determinada para a liberação da versão. No entanto, o kernel utilizado no Jaunty Jackalope não é o 2.6.28 originalmente disponibilizado por Linus Torvalds (o assim chamado Vanilla Kernel): há nele uma série de alterações, provenientes das necessidades de integração do Ubuntu. Mesmo assim, caso a pessoa sinta falta de algum driver importante, indispensável para o funcionamento de alguma peça de hardware, é possível instalar uma versão mais atual do kernel por meio de um repositório externo. Mas deve-se atentar para o fato que o uso de uma versão mais nova do kernel introduz um componente de risco considerável, de modo que não deve-se descuidar de ferramentas de backup neste caso. O kernel 2.6.28 por si só já traz algumas novidades bacanas, entre elas o suporte ao sistema de arquivos ext4, que deve substituir o atual ext3 a curto prazo. O ext4 já aparece, inclusive, disponível como opção de sistema de arquivos durante o particionamento dos dispositivos de armazenamento durante a instalação do novo Ubuntu, entrementes não como padrão, como o projeto pretendia anteriormente. Isso porque, durante a fase de testes dessa versão do Ubuntu, houve uma série de discussões sobre a questão de qual é o momento certo para o sistema de arquivos armazenar efetivamente os dados em cache no disco rígido. Isso aconteceu, na prática, porque dependendo da configuração desse parâmetro poderia haver - como chegou efetivamente a ocorrer em alguns casos - perda de dados. Trata-se de uma questão envolvendo duas variáveis que raramente andam lado a lado: desempenho e segurança. Nesse meio tempo, entrementes, os desenvolvedores do Ubuntu já integraram uma modificação no kernel da distribuição, que configura o ext4 no modo seguro. No kernel original, essa modificação só estará disponível a partir da versão 2.6.30. Entre as principais vantagens do ext4 estão o desempenho, a quantidade de arquivos com os quais o sistema de arquivos pode lidar, além, claro, da retrocompatibilidade com o ext3 e até com o ext2. Além disso, um arquivo no ext4 pode ocupar todo o espaço do sistema de arquivos, partições e volume podem crescer até 1 EB - o que corresponde a um milhão de TB! Quem tiver instalado o Ubuntu 9.04 com o ext3 como sistema de arquivos e quiser migrar para o ext4, deve excepcionalmente reinstalar o gerenciador de inicialização GRUB usando o comando grub-install, para que ele reconheça o novo sistema de arquivos corretamente. Nunca é demais relembrar que versões do kernel anteriores à 2.6.28 serão incapazes de lidar com partições formatadas como ext4. Os drivers de áudio integrados ao novo kernel lidam com jack sensing, ou seja, reconhecem automaticamente quando microfones, fones de ouvido ou caixas de som são conectados ao sistema. Houve também melhorias significativas no modo como o Linux trabalha com DVB, webcams e diversos outros tipos de periféricos. Algumas das modificações contidas no kernel 2.6.28, lançado no final de dezembro de 2008, passarão totalmente despercebidas por uma pessoa que usar o Ubuntu 9.04. Como exemplo, posso citar um novo gerenciador de memória desenvolvido pela Intel, que deverá servir de base para uma arquitetura renovada para acesso aos recursos de vídeo do sistema. Um recurso para aceleração do procedimento de inicialização do sistema, usada pelo desenvolvedor Arjan van de Ven para reduzir o tempo de boot de uma outra distribuição GNU/Linux para apenas cinco segundos, também está disponível no kernel do Ubuntu - em virtude de problemas de estabilidade e compatibilidade, por enquanto esse recurso vem desativado por padrão. Mesmo que as maiores novidades do sistema estejam onde as pessoas não possam ver, as novas versões dos aplicativos da distribuição representam no fim das contas aquilo que é perceptível como evolução para todos. No caso do Ubuntu 9.04, muitos dos novos programas são diretamente ligados ao GNOME: a distribuição traz o ambiente de trabalho na versão 2.26, na qual existem algumas modificações em relação a versões anteriores. Entre elas está a adoção do Brasero como programa oficial para gravar CDs e DVDs do Ubuntu - o programa normatiza o nível de volume das trilhas de áudio de um CD antes de gravar, oferece suporte a gravação em modo multisessão e a verificação de integridade de dados. Até então, o projeto GNOME suportava oficialmente apenas uma extensão para o gerenciador de arquivos Nautilus para finalidades de gravação de CD/DVD, o que não se compara com a concorrência do K3b, do projeto KDE, hodiernamente considerado o principal programa para gravação de CD/DVD do Linux. Como aplicativos padrão do ambiente de trabalho do Ubuntu podemos contar o conjunto de programas para escritório OpenOffice, no Ubuntu 9.04 disponível na versão 3.0.1. O OpenOffice 3 foi lançado há um tempo considerável, muito tarde, entretanto, para ser admitido na versão 8.10 do Ubuntu. Essa versão é capaz de importar arquivos em formato PDF, que podem ser editados, ainda que de forma limitada. Os desenvolvedores do OpenOffice dão muita ênfase à possibilidade de aumentar os recursos da nova versão do software por meio de extensões, semelhantes aos add-ons do web browser Mozilla Firefox, que podem ser baixados e agregados ao OpenOffice, enriquecendo o programa com novos recursos. Graças ao suporte melhorado ao formato OOXML - o formato XML criado pela Microsoft para os arquivos do Microsoft Office -, ficou simples importar esse tipo de documento no OpenOffice, que ainda dificulta durante a importação de documentos muito complexos armazenados nesse formato. A nova versão do Ubuntu lida melhor com monitores adicionais. Isso deve alegrar as pessoas que precisam trabalhar com mais de um monitor, o que tornou-se um padrão em parques de editoração gráfica - e onde o Mac OS X ainda reina, absoluto. Uma novidade é o Mantenedor do Sistema, um aplicativo que tem por função descartar arquivos e pacotes que não estejam mais sendo utilizados pelo sistema. Isso faz sentido, já que, via de regra, quando instala-se um pacote com diversas dependências, se esse pacote for desinstalado posteriormente, as dependências permanecem instaladas no sistema desnecessariamente. Chegando a conclusão que o Ubuntu 9.04 não traz nenhuma mudança extrema em relação ao Ubuntu 8.10, mas tem muitas melhorias. Ao lado das alterações de interface gráfica, possivelmente o suporte ao sistema de arquivos ext4 deverá agradar a muitas pessoas. No que refere-se ao suporte a hardware do X.org 1.6, entrementes, não pode-se falar em evolução: no melhor dos casos, a pessoa pode não ter qualquer problema (geralmente se usar placa de vídeo da Intel), mas caso use placas de vídeo mais “parrudas”, pode ser que a aceleração 3D, que funcionava no Ubuntu 8.10, simplesmente pare de funcionar. Por conta disto, antes de uma atualização para a nova versão, vale a pena verificar a situação do suporte ao hardware da placa de vídeo - de repente, é possível usar um driver mais antigo e que funcione. Como pontos fortes do Jaunty Jackalope pode-se citar a redução do tempo de boot e a melhoria na aparência do sistema. Os avanços na instalação de programas e extensões também é digno de ser mencionado, muito embora esses avanços ainda tenham ficado a meio caminho da perfeição - que certamente não está longe de atingir.
Que preconceito, só falam do Cabelo.., Careca é Careca..
É o Julix ou o Kaio que vai treinar leitura dinâmica até o FDS pra ler os comentários desse episódio? Huhauhauhauhauhauhauhua!
Pessoal, não sei se é só aqui, mas é dia 15 e ainda não apareceu o podcast no feed... Uso o iTunes. Aconteceu algo?
Abraços!
olá amigos
queria somente dizer que estou acompanhado o podcast e está muito bom como sempre, gosto muito das informações
não vou tecer nenhum comentário relativo a algum assunto pois ouço logo quando sai, mas demoro a vir comentar por falta de tempo.
realmente só passei para elogiar o podcast.
grande abraço
Na faculdade vi um Meliante com um notebook e com um suposto programa instalado "muuuito louco", quando você minimizava uma janela saia efeito de fogo, quando maximizava saia efeito de água, quando pressionava um botão e arrastava fazia outro efeito, e assim por diante. Perguntei a ele que programa era esse, afinal, quando chegasse em casa ia baixar e instalar no meu XP, claro. Resolvi perguntar a ele, ele me disse: É o Ubuntu. Puta que pariu!!!! Que louco!!!! Baixei e vou testar o mais rápido possível pois me surpreendi com esse magnífico sistema operacional que nossos irmãos africanos fizeram com tanto carinho pra gente.
Dragon ball é um lixo e ponto.
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